A pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) perdeu fôlego, segundo levantamento Genial/Quaest divulgado recentemente. O estudo mostra que 42% dos eleitores apoiam a madrasta do parlamentar, Michelle Bolsonaro — que o acusou de tê-la humilhado em vídeo —, enquanto apenas 18% declaram concordar com Flávio.
O resultado agrava a crise enfrentada pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, já pressionado por tarifaço, escândalos e divisões familiares. A pesquisa aponta ainda que 54% dos entrevistados veem Flávio como “igual” ao pai e aos irmãos, classificando-o como extremista sem apreço pela democracia.
Outro dado negativo para o clã Bolsonaro: 69% da população é favorável ao fim da chamada “escala de trabalho 61”, proposta defendida por aliados do senador e do grupo bolsonarista.
Nas redes sociais, Flávio reagiu em tom de deboche ao resultado, ironizando a possibilidade de um “selo de qualidade” do ministro Nunes Marques no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar desacreditar a pesquisa — movimento interpretado por interlocutores como sinal de desespero diante da baixa pontuação.
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Sem conseguir reverter a percepção negativa, a campanha do senador vê a estratégia de apresentá-lo como versão moderada do pai perder força em meio ao avanço da desaprovação popular.
Com informações de Metrópoles
