Pequim, 17 de julho – A embaixada da China em Washington rejeitou nesta sexta-feira (17/7) as declarações do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre suposta interferência chinesa nas eleições norte-americanas.
Na quinta-feira (16/7), Trump afirmou que o governo chinês atuou para influenciar o pleito presidencial de 2020, vencido pelo democrata Joe Biden. Entre as acusações apresentadas, a Casa Branca citou o que descreveu como “a maior violação de dados eleitorais da história dos EUA”.
De acordo com a administração Trump, autoridades chinesas teriam acessado ilegalmente cerca de 220 milhões de registros de eleitores antes da votação. Os arquivos conteriam nomes, endereços, números de telefone, filiação partidária e outras informações utilizadas no cadastro eleitoral.
Segundo o governo norte-americano, esses dados poderiam ser explorados para registro irregular de eleitores e outras práticas ilícitas. Em resposta, a representação diplomática da China reiterou que “nunca interferiu e jamais interferirá” em eleições presidenciais dos Estados Unidos.
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Com informações de Metrópoles
