A doença renal crônica (DRC), responsável pelo falecimento do dramaturgo Benedito Ruy Barbosa nesta terça-feira (7/7), aos 95 anos, afeta aproximadamente 788 milhões de pessoas no mundo, segundo estudo publicado na revista The Lancet.
O levantamento indica que, em 2023, mais de 1,48 milhão de mortes estiveram associadas à condição, que atinge cerca de 14% da população adulta global. Entre os primeiros sinais, o cansaço extremo e a fraqueza persistente são os mais frequentes.
O que é a DRC
A doença ocorre quando os rins perdem parte da capacidade de filtrar o sangue, provocando acúmulo de impurezas no organismo. Em estágios avançados, pode evoluir para insuficiência renal, exigindo diálise ou transplante, além de elevar o risco de complicações cardiovasculares.
Sintomas mais comuns
• Fadiga, fraqueza ou cansaço contínuo;
• Alterações na urina, como mudança de frequência, coloração mais escura, presença de espuma ou sangue;
• Inchaço nos tornozelos, pés, pernas, mãos ou rosto;
• Pressão arterial elevada ou de difícil controle;
• Perda de apetite, náuseas ou vômitos em fases avançadas;
• Coceira, pele seca e hálito com odor de amônia;
• Dificuldade de concentração ou sensação de mente “embaçada”.
Prevenção
Por ser silenciosa, a DRC costuma ser diagnosticada tardiamente. Para reduzir o risco, especialistas recomendam manter pressão arterial e níveis de glicose sob controle, adotar alimentação equilibrada, limitar o consumo de ultraprocessados e sal, além de evitar o uso de medicamentos sem orientação médica.
Imagem: Internet
A morte de Benedito Ruy Barbosa chama atenção para a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento regular da saúde renal.
Com informações de Metrópoles
