O Halloween virou, de vez, uma das noites mais disputadas do calendário das celebridades brasileiras — e a edição deste ano confirmou a tendência. No Baile de Halloween da Sephora, realizado na noite de quinta-feira (30), as famosas capricharam tanto nas produções que muita gente ficou irreconhecível nas fotos que tomaram conta das redes sociais. Teve fantasia conceitual, maquiagem de cinema e um nível de dedicação que poucas festas no país exigem. E, no meio de tantas produções caprichadas, uma delas chamou atenção pelo tamanho do esforço: Sabrina Sato levou nada menos que 13 horas para ficar pronta — e saiu da festa consagrada como o grande destaque da noite.
Sabrina Sato e a maratona de 13 horas
Treze horas. Foi esse o tempo de preparação de Sabrina Sato para o Baile de Halloween da Sephora, entre maquiagem, caracterização e montagem da produção. Para efeito de comparação, é mais tempo do que muita noiva passa se arrumando no dia do casamento — e quase o dobro de um dia inteiro de trabalho. O resultado valeu a maratona: a apresentadora virou o nome mais comentado da festa, com as fotos da sua chegada dominando as publicações sobre o evento e rendendo uma enxurrada de comentários de fãs e de outras celebridades.
Quem acompanha Sabrina sabe que o empenho não é novidade. Rainha de bateria histórica do Carnaval e presença garantida nas listas de mais bem-vestidas de qualquer festa, ela construiu a reputação de transformar cada aparição em um espetáculo à parte. No Halloween, a lógica é a mesma do Carnaval: meses de planejamento, equipe grande envolvida e a expectativa do público para ver o que ela vai inventar desta vez. A diferença é que, desta vez, o relógio escancarou o tamanho da operação — 13 horas de cadeira, pincel e ajustes até o visual ficar pronto.
A maratona também ajuda a explicar por que o Halloween das famosas virou um evento à parte no noticiário de celebridades. Não se trata mais de colocar uma fantasia qualquer e aparecer na festa: virou competição de produção, com direito a ranking informal nas redes e comparações inevitáveis com os grandes bailes de Carnaval. Sabrina, mais uma vez, jogou esse jogo no nível mais alto — e venceu a noite.
Iza de Anúbis e Gloria Groove de gárgula
Se Sabrina venceu pelo esforço, outras duas convidadas roubaram a cena pela criatividade das escolhas. Iza apareceu fantasiada de Anúbis, o deus dos mortos da mitologia egípcia, tradicionalmente representado com cabeça de chacal e associado ao mundo dos mortos e à mumificação. A escolha casou perfeitamente com o clima da data: sombria, imponente e cheia de referências, do tipo que rende foto boa de qualquer ângulo e conversa por dias nas redes sociais.
Já Gloria Groove apostou em uma gárgula, aquelas criaturas de pedra que vigiam do alto as catedrais góticas e que, no imaginário popular, ganham vida quando a noite cai. A fantasia combinou com a veia performática da cantora, conhecida por transformar cada apresentação em um personagem completo — voz, figurino e atitude. No baile, a gárgula de Gloria entrou para a lista das produções mais comentadas da noite, ao lado do Anúbis de Iza e da superprodução de Sabrina.
As três escolhas mostram o leque que o Halloween brasileiro passou a abraçar: da mitologia egípcia ao terror gótico, passando pela fantasia-espetáculo de quem passa 13 horas se produzindo. É um repertório bem diferente das fantasias improvisadas de antigamente, e ajuda a entender por que a festa da Sephora se consolidou como vitrine: quem aparece bem ali garante presença nas listas de melhores da temporada.
Repercussão: a festa continuou nas redes sociais
Como já virou tradição, a festa não terminou quando as luzes acenderam. As fotos das produções circularam por horas, renderam comparações, rankings de melhores fantasias e aquela votação informal que o público adora fazer nos comentários. O nome de Sabrina Sato ficou entre os assuntos mais comentados, puxado justamente pelo detalhe das 13 horas — um número que virou a manchete da noite e o termômetro do quanto as celebridades estão levando o Halloween a sério.
O fenômeno não é isolado. Grandes nomes do entretenimento internacional também transformam cada aparição em acontecimento — nesta semana, por exemplo, a turnê de 30 anos de carreira de Jay-Z chegou ao fim com um show repleto de convidados históricos, provando que produção grandiosa segue sendo a língua oficial das celebridades. No Brasil, o Halloween ocupa cada vez mais esse espaço de grande espetáculo, disputando com o Carnaval o posto de vitrine máxima de fantasias.
E a semana, aliás, foi movimentada para os nomes conhecidos do público brasileiro dentro e fora das festas: enquanto as famosas brilhavam no baile, o humorista Renato Aragão, o eterno Didi, virou notícia por um motivo bem menos festivo, uma dívida de IPTU no Rio. Realidades bem diferentes, mas o mesmo termômetro: famoso em evidência, seja pela fantasia perfeita ou pela polêmica da vez, é assunto garantido por dias.
No fim das contas, o Baile de Halloween da Sephora cumpriu o que prometia: uma noite de produções caprichadas, famosas irreconhecíveis e uma campeã indiscutível. Sabrina Sato e suas 13 horas de preparação viraram a imagem-síntese do Halloween 2026 das celebridades — e já deixaram a pergunta no ar: o que ela vai aprontar no ano que vem?
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