Adriane Galisteu voltou a movimentar a conversa sobre A Fazenda 18 ao opinar sobre os participantes desistentes da temporada. Durante participação no Link Podcast, a apresentadora resumiu em uma única palavra a sensação diante da sequência de saídas do programa: “chato”. A declaração repercutiu entre os fãs do reality e reacendeu o debate sobre o ritmo da edição, que já registrou três desistências.
A fala de Galisteu chamou atenção justamente pela franqueza. À frente do programa, ela acompanha de perto cada semana de confinamento, cada formação de Roça e cada reviravolta do jogo. Quando o assunto são as desistências, a apresentadora não escondeu o incômodo com o efeito que as saídas provocam na dinâmica da casa. Para quem assiste, cada desistência muda alianças, esvazia grupos e altera o desenho da disputa pelo prêmio.
O comentário não foi direcionado a um participante específico. A palavra “chato” apareceu como uma reação ao cenário como um todo: uma temporada marcada por saídas antes da hora, que quebram a continuidade das histórias que o público acompanha desde a estreia. É esse acúmulo de despedidas precoces que tem dado o tom das conversas sobre a edição nas redes sociais.
O que Galisteu disse sobre as desistências
Ao falar das desistências, Galisteu tratou o tema com o olhar de quem conduz o programa noite após noite. A apresentadora é a ponte entre o que acontece dentro da sede e o público que vota, torce e comenta cada acontecimento. Por isso, quando ela classifica a sequência de saídas como “chato”, a repercussão é imediata: a frase resume um sentimento que muitos telespectadores já vinham expressando.
Desistir de um reality de confinamento é uma decisão pesada, e o impacto vai além de quem aperta o sino. A saída de um peão mexe com a divisão de tarefas, com as estratégias de voto e com o equilíbrio entre os grupos. Quando isso acontece três vezes em uma mesma temporada, o efeito se multiplica. A casa precisa se reorganizar, os planos mudam e o jogo ganha um contorno diferente daquele imaginado no início.
Para a apresentação, o desafio também cresce. Cada desistência exige uma condução ao vivo, um anúncio ao público e uma reorganização da semana. Galisteu, que comanda as noites de eliminação e os momentos decisivos do programa, sente de perto cada uma dessas mudanças. A palavra escolhida por ela traduz esse desgaste: não é apenas uma saída, é uma sequência que interfere no andamento da temporada.
Três desistências marcaram a temporada
A Fazenda 18 chegou a três desistências em um intervalo curto. A primeira foi a de Jottapê, em 16 de outubro de 2026. A saída aconteceu após a eliminação de Igor Monteiro e mexeu com a casa, que ainda digeria o resultado da Roça. O sino tocado por Jottapê abriu a série de despedidas que marcaria a edição.
Dias depois, em 22 de outubro de 2026, foi a vez de Jônatas Faro deixar o programa. Ele tocou o sino e saiu da sede, em mais um momento de forte comoção entre os peões. A segunda desistência confirmou que a temporada atravessava um período instável, com o elenco sentindo o peso do confinamento e das tensões acumuladas ao longo das semanas.
No dia seguinte, em 23 de outubro de 2026, Gabriel Torres também desistiu do programa. A terceira saída, um dia depois da de Jônatas Faro, completou o trio de desistências e deixou a edição ainda mais desfalcada. Três despedidas em pouco mais de uma semana é um número que pesa em qualquer temporada de reality show, e ajuda a entender por que o tema dominou as conversas dos fãs.
Cada uma dessas saídas teve seu próprio contexto dentro da casa, mas o conjunto formou um retrato da temporada: um elenco sob pressão, com relações estremecidas e um jogo que mudava de figura a cada semana. Para o público, acompanhar tantas despedidas seguidas é frustrante, porque histórias que estavam em construção são interrompidas antes de chegarem ao seu desfecho natural no jogo.
O peso das saídas no jogo
Em um reality de confinamento, cada participante carrega uma função no tabuleiro. Há quem articule votos, quem sustente um grupo, quem protagonize embates e quem equilibre as relações na casa. Quando três peças saem do jogo antes da hora, o tabuleiro inteiro se rearranja. Alianças perdem força, rivalidades perdem o contraponto e novos protagonistas precisam emergir para ocupar os espaços vazios.
As desistências também afetam o ritmo das semanas. A formação da Roça, a Prova do Fazendeiro e a Prova de Fogo dependem de um elenco com número suficiente de jogadores para que as dinâmicas funcionem. Com menos peões, as combinações de voto se estreitam, as estratégias se repetem e o público passa a conhecer de antemão boa parte dos desfechos possíveis.
Outro efeito é emocional. Dentro da sede, cada sino tocado abala quem fica. Os peões convivem dia e noite, dividem tarefas, refeições e momentos de tensão. Ver um colega de confinamento desistir levanta questionamentos sobre a própria permanência e sobre até onde vale a pena suportar a pressão do jogo. Fora da casa, o público sente o mesmo baque: torcidas se desfazem, enredos se perdem e a sensação é de uma temporada que não consegue engrenar.
É nesse ponto que a fala de Galisteu ganha ainda mais sentido. Ao classificar a sequência como “chato”, a apresentadora deu voz a uma frustração coletiva: a de ver uma edição com potencial ser atravessada por despedidas que ninguém gostaria de ver. A reação do público mostrou que a frase encontrou eco, justamente porque traduziu o que muita gente já pensava.
Por que a fala de Galisteu repercutiu tanto
Galisteu é uma das vozes mais influentes quando o assunto é A Fazenda. Há anos à frente do programa, ela construiu uma relação direta com o público, com intervenções ao vivo que muitas vezes viram assunto nas redes sociais. Uma opinião dela sobre os rumos da temporada, ainda mais sobre um tema sensível como as desistências, naturalmente ganha destaque.
A repercussão também tem a ver com o momento da edição. A Fazenda 18 já vivia semanas intensas, com brigas, alianças em ebulição e Roças disputadas. As três desistências se somaram a esse cenário e se tornaram um dos principais assuntos da temporada. Quando a apresentadora opinou sobre o tema fora do programa, em uma conversa de podcast, a frase circulou rapidamente entre os fãs.
Vale lembrar que a opinião de Galisteu não se transformou em um ataque a nenhum dos desistentes. O foco da fala foi o cenário: a sequência de saídas e o quanto isso pesa para o andamento do jogo. Essa distinção é importante, porque o debate sobre desistências em realities sempre caminha na linha entre compreender a decisão de quem sai e lamentar o efeito que ela provoca em quem fica e em quem assiste.
Para os peões que seguem na disputa, o recado implícito é claro: a temporada continua, e o jogo precisa seguir adiante apesar das baixas. As Roças continuam, as provas seguem e o prêmio continua em jogo. A capacidade de se reinventar depois de tantas mudanças pode ser justamente o que vai definir os rumos da edição daqui para frente.
Enquanto isso, o público segue atento aos próximos capítulos. Cada nova semana traz a expectativa de uma casa mais estável, com o jogo fluindo sem novas interrupções. Se a temporada vai conseguir retomar o fôlego, só o desenrolar dos próximos dias vai dizer. Por enquanto, fica a frase de Galisteu como síntese do momento: uma sequência de desistências que, para a apresentadora e para boa parte do público, foi simplesmente “chato”.
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