O piloto da Latam preso em Congonhas nesta segunda-feira (9) se tornou o centro de uma operação policial que investiga crimes graves. A Polícia Civil de São Paulo prendeu o tripulante de 60 anos durante o embarque de um voo comercial. A ação integra a Operação “Apertem os Cintos”, conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos do DHPP. Segundo os investigadores, o caso envolve suspeitas de participação em uma rede criminosa que atuaria há vários anos. Para mais detalhes, consulte a reportagem da https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/piloto-da-latam-preso-por-pedofilia-veja-quais-sao-os-crimes-investigados
A prisão do piloto da Latam preso ocorreu pouco antes da decolagem, quando equipes da Polícia Civil entraram na aeronave e retiraram o funcionário de forma coordenada. Com isso, os passageiros permaneceram em segurança e o voo seguiu normalmente após a intervenção.
Estrutura da investigação sobre o piloto da Latam preso
A investigação começou em outubro de 2025. Desde então, os agentes analisam documentos, registros financeiros e dispositivos eletrônicos. As autoridades afirmam que o grupo investigado teria divisão de funções e atuação contínua. Além disso, os policiais identificaram pagamentos recorrentes feitos por transferências eletrônicas.
Durante a operação, os agentes também prenderam uma mulher de 55 anos em Guararema e detiveram outra suspeita que teria enviado materiais ilícitos aos investigados. Ao todo, a polícia já identificou dez vítimas, e o caso segue sob sigilo para proteger os menores envolvidos.
Reação da Latam após a prisão do piloto
A Latam Airlines Brasil informou que abriu uma apuração interna após tomar conhecimento da prisão. A companhia reforçou que repudia qualquer prática criminosa e que colabora com as autoridades. Apesar da operação, o voo operou normalmente após a retirada do funcionário.
Próximos passos da investigação
A Polícia Civil continua analisando os materiais apreendidos. Nos próximos dias, novas diligências devem ocorrer para esclarecer a extensão da atuação do grupo. A defesa do piloto da Latam preso ainda não se manifestou. Até que haja decisão judicial, o investigado permanece amparado pela presunção de inocência.
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