O jornalista William Bonner, 60 anos, descreveu a mudança de ritmo profissional desde que deixou a bancada do Jornal Nacional, em novembro do ano passado, depois de 29 anos à frente do telejornal. Agora apresentador do Globo Repórter, ele viajou como repórter para uma série especial sobre os países que sediarão a Copa do Mundo de 2030 e afirmou ter ganhado “um respiro muito maior” no trabalho.
Série estreia nesta sexta-feira
A primeira reportagem vai ao ar na próxima sexta-feira, 17 de julho, e tem o Marrocos como cenário principal. O material também inclui gravações em Portugal e na Espanha, que dividirão a organização do torneio mundial. Ao todo, foram 20 dias de trabalho, passando por oito cidades, com uma equipe de cinco profissionais.
Mais tempo para apurar e narrar
Bonner explicou que, diferentemente do noticiário diário, o Globo Repórter permite aprofundar a apuração, acompanhar o desenvolvimento das histórias e definir o formato de exibição com antecedência. “São reportagens que têm um outro timing”, comentou.
Apesar do prazo mais folgado para edição, o jornalista destacou o ritmo intenso da viagem. “Gravamos em oito cidades de três países durante 20 dias. A agenda era apertada para aproveitar ao máximo as horas do dia”, disse, acrescentando que a experiência da equipe facilitou sua primeira atuação externa para o programa.

Imagem: Internet
Bonner lembrou que, embora tenha iniciado a carreira televisiva como apresentador e editor, já realizou reportagens em coberturas de tragédias e eventos políticos, mas sempre com exibição no mesmo dia. “Fazer a reportagem olho no olho com os entrevistados e ter tempo elástico para contar a história é mais confortável”, concluiu.
Com informações de Metrópoles
